Ele chega, altivo...
Sabe que as atrai, que mexe com elas e já sabe de cor como vai mexer nelas...
Todas o anseiam, todas o querem mesmo sem o querer...
Ele entra, tira isto, tira aquilo...
Mexe e remexe em algo que está pouco importado se pode ou não mexer...
Faz dela propriedade dele, não pede licença...
E entre uma musica e outra vai destapando a sua nudez, faz do corpo arte e trabalho...
Por necessidade ou por prazer....
É seguro de si ou pelo menos parece ou tem de parecer (a profissão assim o obriga).
Para a maioria delas é um
ídolo momentanio (amanha já nem se lembram), a cada peça que cai no chão há suspiros, risos, gritos (é
horrível acreditem, um bando de "
estericas", parece que nunca viram um gajo
dassss...)
Mas a
altivez dele vai diminuindo á medida que a ultima peça de roupa cai ao chão (diga se a tanga)...
e então é uma
granda tanga...
discretamente o parcialmente
nu torna se
nu...
Com a
mãozita a tapar a
única parte que consegue tapar no integral (a minha duvida, é se a mã
o é grande demais ou... bem... nem vou dizer o resto
lol), apanha a roupa do chão e sai da sala...
Pois bem, tudo isto para dizer, que se torna
ridículo (pelo menos no meu ponto de vista, isto porque a Escarlate certamente terá outro e vamos lá discutir esse assunto como gente grande...
lol) o homem entrar como se fosse um rei e sair como se fosse um pobre...
O artista, o
herói (cowboy, bombeiro, policia, tropa...), o macho, é no fundo o homem que
também tem vergonha, que
também se inibe e se nota algum embaraço na hora da sair. Não sai
tão á grande como entra, porque no fundo, todos nós somos um pouco uma capa, e nem sempre somos o que queremos parecer ser...
Afinal ainda há gente que vai ver o
strip sem ser para gritar (
pa gritar, grito no mato
lol que
ninguém me ouve)...
Continuo a gostar mais de strip´s caseiros, é que depois de tirar a ultima peça ele não foge... :)